



Capoeira e ancestralidade
LINEART - Capoeira Angola
Um espaço vivo de cultura preta e aquilombamento.
Sobre o LINEART
Cultura preta, pertencimento e futuro
Um espaço de aquilombamento, educação libertadora e fortalecimento comunitário por meio da capoeira.
Desde
2011
Formalização
2012
O LINEART surgiu em 2011 e foi formalizado como associação em agosto de 2012. Nasceu da necessidade de criar um espaço seguro para a vivência e o fortalecimento da cultura preta por meio da capoeira.
Mais do que uma prática corporal, vivenciamos a capoeira como um espaço de aquilombamento, espiritualidade, ancestralidade e resistência política. Promovemos atividades abertas ao público, com a participação de mestres e mestras que compartilham saberes e experiências, formando uma rede de apoio e pertencimento.
As atividades acontecem às terças e quintas à noite, com treinos regulares, além de encontros matinais intercalados voltados à promoção da cultura em geral. Nosso foco são crianças, adolescentes e jovens de 10 a 24 anos, especialmente das classes D e E, moradores do Jardim Esperança, Pantanal e Vila Socó, comunidades marcadas pela vulnerabilidade social, exposição a drogas e exclusão.
Nosso propósito é oferecer novas oportunidades por meio de uma educação libertadora, combatendo o racismo estrutural e resgatando as raízes culturais da população majoritariamente preta do território.


Referência cultural
Mestre O Formiga (André Lima)
Iniciou sua trajetória na capoeira em 1990, no grupo Berimbau de Ouro. Foi reconhecido como Mestre de Capoeira em 2018 por Mestre Madeira de Ogum, presidente do grupo Movimento e Expressão, atualmente sediado em Madri, Espanha.
É fundador da Associação de Capoeira LINEART e co-criador do Circuito Integrado das Entidades de Capoeira. Idealizou o evento anual Reeducart, voltado à Capoeira Angola e à valorização da ancestralidade afro-brasileira. Atua como educador social, compositor, músico e ministrante de oficinas de Capoeira Angola e de construção de instrumentos afro-brasileiros, com atividades dentro e fora de Sergipe.
Além da capoeira, é marceneiro, eletricista, luthier e professor. Participou de filmes, comerciais, videoclipes e eventos culturais diversos, incluindo o Giro Cultural. Em 2023, foi reconhecido como Mestre de Cultura Popular pela Universidade Federal de Sergipe.
Contato
Vamos construir juntos
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